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COISAS DO SER E DO MAR 

 

 

 

   CD   |   AE-0812CD9-1   |   ORIGINAIS   |   temas mp3

 
10€  (portes de envio incluídos)      

   www.contrabando.com.sapo.pt

 

 

Depois de Fresta, o Contrabando® volta ao convívio musical e creativo através do lançamento do álbum coisas do ser e do mar, que estará brevemente nas bancas. Neste novo álbum, integralmente composto por temas originais, poderemos encontrar interpretações de poemas de Fernando Pessoa, Agostinho da Silva, Branquinho da Fonseca e Ary dos Santos. Neste novo trabalho o grupo afasta-se um pouco mais dos sons e dos instrumentos tradicionais, em busca de uma originalidade musical que se antevê e que se reconhece. Um projecto que é cada vez mais uma intervenção original e singular, determinante das suas próprias fronteiras, de acordo com a criatividade e sensibilidade artística, universalista, dos seus membros e autores. O grupo mantém a interpretação característica da voz de Nuno Cabrita e junta a tudo isto uma secção rítmica mais consistente, sem desvirtuar a sonoridade do grupo bem representada no trabalho anterior, bem alicerçada na voz e na interpretação, nas guitarras e nas características construções harmónicas. Continuamos a distinguir o som da viola campaniça, instrumento que parece constituir-se como elemento fundamental na característica sonoridade do Contrabando®. Atenuam-se os sons do Alentejo, acentuam-se sons da lusofonia e a ideia de uma nova música portuguesa, gerada aonde terá sempre que ser, no seio dos seus compositores, autores e músicos, numa qualquer paisagem portuguesa, multicultural e cheia das influências do império. coisas do ser e do mar ... para já, apenas disponível neste sítio da internet, a preço especial, para amigos ... 

    2:25 min. 

 

           
           
           

  ROCHA CHENAIDER

 

 

 

   LV   |   AE-0811LV9-1   |   CONTOS1-1   |   POESIA

 

20€  (portes de envio incluídos) | à venda nas livrarias 

         

 

João Silva, nasceu a 7 de Abril de 1916, em Lisboa, nos confins do popular bairro lisboeta de Alfama. Começou a trabalhar aos 12 anos, como escriturário. Aos 17 anos troca o escritório pelos estúdios de cinema da Tobis. A sua ligação à sétima arte manteve-se até aos 63 anos, com duas interrupções forçadas. A primeira deu-se logo em 1934, ano da sua admissão na Tóbis, tendo como causa directa a sua participação na Revolta do 18 de Janeiro. O arrojo custou-lhe dois anos de degredo nos Açores. A segunda, por um período mais curto, veio na sequência do funeral de Bento de Jesus Caraça. João Silva estava a filmar a manifestação de democratas que a cerimónia do funeral constituiu, quando a polícia lhe arrancou o filme da máquina e enviou o seu autor, uma vez mais, para a prisão. No cinema, João Silva foi sucessivamente clakette-boy, assistente de operador e operador, tendo chegado a ser assistente do realizador italiano Ettore Scola, no filme Perdido em África, rodado no deserto de Moçâmedes. Entre outros, trabalhou com os seguintes realizadores: Cottinelli Telmo, Chianca de Garcia, Jorge Brum do Canto, Arthur Duarte, António Lopes Ribeiro, Francisco Ribeiro, Alexandre Onuchi, Leitão de Barros, Perdigão Queiroga e Henrique Campos. O seu nome figura na ficha técnica de filmes como Canção de Lisboa, Bocage, Aldeia da Roupa Branca, João Ratão, Pai Tirano, O Leão da Estrela, Pátio das Cantigas, Fátima – Terra de Fé, Um Homem às Direitas, Ladrão Precisa-se, A Morgadinha dos Canaviais, Camões, Fado, Vendaval Maravilhoso, Filho do Homem do Ribatejo, Kill or be killed (fita americana), Cantiga da Rua e do já referido Perdido em África, de Ettore Scola, e do filme francês Singrid. Cineclubista activo, João Silva pertenceu ao Círculo de Cinema, que acabou por ser encerrado pela Pide, e os seus membros mais destacados mandados para Caxias. Em Janeiro de 1950, João Silva demanda terras de Angola, onde se dedica ao documentário, designadamente ao serviço da Telecine-Angola, e garante, durante vários anos, o Jornal de Actualidades. Depois da independência de Angola, é convidado pela Televisão da República Popular de Angola para chefiar os serviços de cinema. Aceita o convite, mas cedo abdica da função de chefia, preferindo voltar para trás das câmaras. Regressa a Portugal em Agosto de 1979, sendo desde esse ano repórter fotográfico no departamento de informação da CGTP-IN.

«[...] a natureza da escrita que caracteriza estes textos é, necessariamente, o reflexo dessa faceta de um sedutor contador de histórias. Trata-se, portanto, de uma escrita com a marca da oralidade que precedeu o seu registo, uma escrita escorreita, acessível, viva e que, à medida que nos conduz pelos mais diversos percursos, nos presenteia, nos recompensa, com os odores, o colorido, os sons de uma Alfama dos anos vinte e trinta, de uma África entre os anos cinquenta e setenta, com as peripécias nos bastidores do cinema português das décadas de trinta e quarenta do século passado, as afoitas tentativas de fuga das prisões por onde passou e as “coisas da tropa”, enfim, com o humor, a ironia e a sensibilidade que pontuam estes relatos e caracterizam o seu autor.» 

 

            
           
           

  MARCHAS, DANÇAS E CANÇÕES

 

 

 

   LV + CD MULTIMÉDIA  |   AE-0709LV8-3   |   MÚSICA1-1   |   POESIA

 

25€  (portes de envio incluídos) | à venda nas livrarias 

            

 

3ª. Edição do livro Marchas, Danças e Canções editado originalmente por Fernando Lopes-Graça em 1946 e apreendido na altura pela PIDE. Em 1980 o autor oferece esta publicação e os respectivos direitos à CGTP-IN, que em 1981, promove então a sua reedição. Por ocasião da comemoração do centenário do nascimento de Lopes-Graça, a CGTP-IN, com a  chancela de Ambiguae Edições, reedita esta publicação, numa determinada homenagem ao seu autor, músico, mas também, ao homem, ao resistente, ao lutador. Em reconhecimento do seu enorme legado, a presente edição traz-nos a vida e a obra de Fernando Lopes-Graça, reunida pela primeira vez num trabalho único, indispensável para uma visão geral e abrangente da vastíssima produção artística deste importante compositor. Nesta edição, entre outras coisas, poderemos encontrar um texto inédito da autoria do escritor Urbano Tavares Rodrigues, "Fernando Lopes-Graça, músico genial e combatente da liberdade", que aborda a relação privilegiada deste com os escritores e poetas, o fac-símile da 2ª edição, de 1981, que inclui as composições conhecidas por heróicas e que constitui hoje uma raridade bibliográfica, um CD com as gravações realizadas pelo Coro Lopes-Graça da Academia de Música, editado originalmente em 1999, e ainda um vasto conteúdo multimédia, de onde poderíamos destacar, a biografia do autor, bem como a sua bibliografia, cronologiadiscografia, esta referenciada com imagens de capa e respectivas fichas técnicas. Por fim, e como referência muito especial, dois conjuntos de documentos assinaláveis, como são, a versão digitalizada da 1.ª edição desta obra, de 1946 e o auto da sua apreensão pela PIDE e um outro, que se refere à inclusão das pautas digitalizadas dos temas incluídos nesta edição, editáveis em formato pdf. transformadas assim em ferramenta com destino privilegiado a coros e cantores, músicos e estudiosos. 

Esta nova edição não traduz somente a homenagem. Lembra o homem como julgamos que ele gostaria de ser recordado: com a obra na mão de quem a canta.

 

     

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  NOVOS - E VELHOS - CANTOS

 

 

 

   LV   |   AE-0506LV1-1   |   POESIA1-1   |   POESIA

 

16€  (portes de envio incluídos)

         se eu fosse...  (blog oficial do autor)  

Geraldes de Carvalho nasceu em Vale de Prazeres, Concelho do Fundão, em 1934. Em Coimbra, onde se licenciou em Direito, publicou o seu primeiro trabalho “Sombras de Alma”, em 1955. Em Moçambique publica “A Outra Luta de Jacob” em 1964 e em 1974, “O Caminho”, trabalho este em prosa. Publica agora o seu mais recente livro de poemas, “Novos - e Velhos – Cantos”, editado por Ambiguae Edições, voltando assim ao contacto com os admiradores da sua poesia. Como diria Geraldes de Carvalho, “entretanto fui estudante, advogado, professor do ensino secundário, magistrado do Ministério Público, magistrado judicial, professor do ensino superior e, novamente, juiz”.

     

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CRÓNICA DE 2004 DO REINO DE PORTUGAL

     

   LV   |   AE-0403LV1-1   |   HISTÓRIAISTÓRIA

 

15€  (portes de envio incluídos) | à venda nas livrarias

     

 

 

 

Raul Domingos Mateus nasceu em Vila Real de Santo António em 1936. Em 1958 licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Foi, primeiro, Magistrado do Ministério Público e, depois, Magistrado Judicial: Juiz de Direito em várias comarcas, Juiz da Relação de Évora e Juiz do Supremo Tribunal de Justiça. Exerceu ainda funções como Vogal da Comissão Constitucional e Juiz do Tribunal Constitucional. Presentemente está jubilado. Em colaboração com Fernando da Costa Soares traduziu “O Paraíso Perdido”, de Jonh Milton (edição de Novembro de 2002 de Chaves Ferreira - Publicações, S.A.). Publica agora o livro “Crónica de 2004 do Reino de Portugal”.

 

     

     

 
           
           
PIANOENCONTRABAIXO      

   CD   |   AE-0301CD9-1   |   ERUDITO/CONTEMPORÂNEO   

 
12€  (portes de envio incluídos)      

   www.fnac.pt

 

 

Um projecto de música clássica e contemporânea que nos mostra o contrabaixo como instrumento solista em peças escritas em função ou para este instrumento, por autores de expoente máximo na cultura da humanidade evidenciando as qualidades e o virtuosismo deste instrumento. As peças  executadas são escritas para contrabaixo com acompanhamento do piano. A excepção refere-se à última peça a ser executada, para quinteto (contrabaixo, piano, violino, viola dedilhada e bandoleon), de Astor Piazzolla (1921-1992), uma das obras deste autor onde o contrabaixo tem o papel principal. São também executadas peças de Attilio Ariosti (1666-?1729), Serge Koussevitzky (1874-1951), Constantin Dimitrescu (1847-1928), Rodion Shchedrin (1932-) e Carl Nielsen (1865-1931)

                 2:33 min.

 

     

    

 
           

FRESTA 

 

 

 

   CD   |   AE-0402CD8-2   |   ORIGINAIS   |   temas mp3

 

8€  (portes de envio incluídos)      

   www.contrabando.com.sapo.pt

 

 

fresta é o primeiro trabalho do grupo contrabando publicado em 2000. Um álbum cujo titulo original advém de um dos vários poemas de Fernando Pessoa que aqui é musicado, como o são também, do mesmo poeta, "repousa sobre o trigo" e "por que é que um sono agita". Agostinho da Silva e José Gomes Ferreira constam do conjunto de grandes poetas interpretados neste trabalho, em, respectivamente, "por causa do mundo curvo" e "poesia II". Neste primeiro álbum, sendo a maioria dos temas originais, o grupo interpreta ainda temas de José Afonso em "ali está o rio" e "balada do sino" e versões de temas populares como "fui colher uma romã" e "não se me dá que vindimem". Nuno Cabrita que dá a voz aos temas deste trabalho, interpreta também dois temas de sua própria autoria, "verdade ou mentira" e "terra da manhã", este em co-autoria de música com Henrique Lopes. Em "alentejo, poema por dizer", Alice Pereira desponta do anonimato e entrega o seu talento poético a este tema original. Com arranjos e direcção musical de Nuno Cabrita e Henrique Lopes, autor também da maioria dos temas originais apresentados, fresta apresenta-se duma forma simples, despretensiosa e talvez por isso, carregado de grande profundidade harmónica, nomeadamente nos temas originais, naqueles temas em que a tudo isto se associam textos de uma beleza poética assinalável. 

   2:18 min.

 

     

    

 

           

Outras Publicações :

         
           

  SENHORA DA ANUNCIAÇÃO

     

   CD   |   AE-0508CD9-1   |   ETNOGRÁFICO

 
           Grupo Coral e Etnográfico de Viana do Alentejo  
           
           
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